No quarto um cheiro de amor e sexo.
Na cama meu corpo inebriado, submisso, despojado,
De olhos vendados, braços amarrados, totalmente indefesa.
Como uma tigresa temida
Fui atraída, seduzida e abatida
Pra depois ser comida de meu caçador.
Fui devorada na cumplicidade de minhas vontades,
Possuída até os mais íntimos dos vales do meu ser,
Saciada na profundidade da carne
E na intimidade de nossas almas
Pude perceber que o amor só se realiza no prazer
E que a ousadia íntima da fantasia
É o caminho mais curto que o instinto busca
Pra fugir na rotina vazia.
.
Autor - Jose Augusto Cavalcante
sábado, 17 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
TE AMO, TE AMO, TE AMO...
Eu gosto do teu olhar
Mas não me contento apenas com os seus olhos
Eu quero mais, eu quero logo, eu quero agora
Embora tenha guardado esse sentimento por tanto tempo
Chega um momento que os desejos afloram
E o corpo carente implora muito mais que um olhar
Já não tenho controle das minhas carências diante de você
Por mais que eu queira esconder está visível na pele
Os arrepios dos meus sentimentos
O calafrio nos meus pensamentos
E as fantasias que imagino com você
Fecho os olhos e nos seus braços me acho
Me encaixo, viajo, me abro e imagino
Os toques íntimos das suas mãos
Abrindo segrêdos de minha carne
Até os mais profundos vales de minha intimidade
Eu não quero satisfazer minhas necessidades
Na vulgaridade do sexo fácil
Por que não busco apenas o prazer insano
O que eu quero na verdade é a felicidade de te amar
Pra fazer amor com você
E poder dizer: te amo, te amo, te amo.
.
Autor - José Augusto Cavalcante
Mas não me contento apenas com os seus olhos
Eu quero mais, eu quero logo, eu quero agora
Embora tenha guardado esse sentimento por tanto tempo
Chega um momento que os desejos afloram
E o corpo carente implora muito mais que um olhar
Já não tenho controle das minhas carências diante de você
Por mais que eu queira esconder está visível na pele
Os arrepios dos meus sentimentos
O calafrio nos meus pensamentos
E as fantasias que imagino com você
Fecho os olhos e nos seus braços me acho
Me encaixo, viajo, me abro e imagino
Os toques íntimos das suas mãos
Abrindo segrêdos de minha carne
Até os mais profundos vales de minha intimidade
Eu não quero satisfazer minhas necessidades
Na vulgaridade do sexo fácil
Por que não busco apenas o prazer insano
O que eu quero na verdade é a felicidade de te amar
Pra fazer amor com você
E poder dizer: te amo, te amo, te amo.
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Autor - José Augusto Cavalcante
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
AMOR
O amor....é uma das palavras mais
repetidas e antigas da humanidade....
Para o poeta e escritor Mário de Andrade
o amor é um verbo intransitivo, que não
precisa de complemento, nada pede,
ele por si só já é suficiente...
Para o Apóstolo Paulo o amor é fogo
que arde sem se ver, é ferida que dói
e não se sente....
Milton Nascimento canta que qualquer
maneira de amar vale a pena...
Legião Urbana diz que é preciso amar
as pessoas como se não houvesse o amanhã...
Então não espere este amanhã para dizer
o quanto você ama esta pessoa tão
importante que está ao seu lado...
Não espere encontrar alguém perfeito,
pois nós também não somos.....
Ame quem você tem........
ame cada momento da sua vida....
sua família..... seu trabalho.....
Seja como for, ame....mesmo com dúvida....
ame....ninguém nunca pecou por amar demais.....
repetidas e antigas da humanidade....
Para o poeta e escritor Mário de Andrade
o amor é um verbo intransitivo, que não
precisa de complemento, nada pede,
ele por si só já é suficiente...
Para o Apóstolo Paulo o amor é fogo
que arde sem se ver, é ferida que dói
e não se sente....
Milton Nascimento canta que qualquer
maneira de amar vale a pena...
Legião Urbana diz que é preciso amar
as pessoas como se não houvesse o amanhã...
Então não espere este amanhã para dizer
o quanto você ama esta pessoa tão
importante que está ao seu lado...
Não espere encontrar alguém perfeito,
pois nós também não somos.....
Ame quem você tem........
ame cada momento da sua vida....
sua família..... seu trabalho.....
Seja como for, ame....mesmo com dúvida....
ame....ninguém nunca pecou por amar demais.....
DAMA OU VAGABUNDA
Que saudade daquela carona
Foi a minha única transa no carro
Tudo apertado, apressado
Corpos suados,
Desejos incontrolados
Toques íntimos, desatino
Mãos ávidas e ousadas
Roupas arrancadas, rasgadas
Espalhadas no banco traseiro
Tudo muito ligeiro
No ar, um cheiro de amor e sexo
Frente e verso, reverso
Pura excitação, tentação, ousadia
Orgasmos múltiplos que arrepiam
E dão aquele frio na coluna
Orgasmo que sonhava e sempre quis
E naquele frenesi
Esqueci que era uma dama
E me senti vadia e vagabunda
Mas infinitamente feliz.
.
JOSE AUGUSTO CAVALCANTE
Foi a minha única transa no carro
Tudo apertado, apressado
Corpos suados,
Desejos incontrolados
Toques íntimos, desatino
Mãos ávidas e ousadas
Roupas arrancadas, rasgadas
Espalhadas no banco traseiro
Tudo muito ligeiro
No ar, um cheiro de amor e sexo
Frente e verso, reverso
Pura excitação, tentação, ousadia
Orgasmos múltiplos que arrepiam
E dão aquele frio na coluna
Orgasmo que sonhava e sempre quis
E naquele frenesi
Esqueci que era uma dama
E me senti vadia e vagabunda
Mas infinitamente feliz.
.
JOSE AUGUSTO CAVALCANTE
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
SOU...
Sou,
A lágrima do amor
A extensão da dor
A paixão desmedida
A partida sem adeus
O palhaço do coliseu
A saudade reprimida
Sou...
O silêncio na multidão
O leito na solidão
A fantasia do pecado
A lembrança viva
A esperança perdida
O amor do passado
Sou...
O calor do sexo
Frente e verso
Côncavo e convexo
Atração fatal
A ansiedade do desejo
A intimidade do beijo
O prazer carnal.
.
José Augusto cavalcante
A lágrima do amor
A extensão da dor
A paixão desmedida
A partida sem adeus
O palhaço do coliseu
A saudade reprimida
Sou...
O silêncio na multidão
O leito na solidão
A fantasia do pecado
A lembrança viva
A esperança perdida
O amor do passado
Sou...
O calor do sexo
Frente e verso
Côncavo e convexo
Atração fatal
A ansiedade do desejo
A intimidade do beijo
O prazer carnal.
.
José Augusto cavalcante
sábado, 3 de outubro de 2009
BRIGAS DE CASAL
Brigamos,
Como sempre brigamos por nada
E no calor da discussão
Eu te ofendi
Você me ofendeu
Eu te feri
Você me feriu
Nos erramos
Magoamos nossos corações
E naquele instante impensável da emoção
Eu pensei em te esquecer
Tentei te esquecer
Juro que tentei
Mas desisti
Porque quanto mais eu tentava te esquecer
Mais o meu amor crescia por você
Sinto uma mistura de vontade e desejo
Sinto mesmo é falta do teu beijo
Da língua impulsiva
Da saliva
Do abraço
Do afago
Das nossas taras e manias
Das fantasias
Das nossas loucuras de amor
Ou seja lá o que for
Não vou mais tentar te esquecer
Porque eu descobri
Que eu não vivo sem você
.
José Augusto Cavalcante
Como sempre brigamos por nada
E no calor da discussão
Eu te ofendi
Você me ofendeu
Eu te feri
Você me feriu
Nos erramos
Magoamos nossos corações
E naquele instante impensável da emoção
Eu pensei em te esquecer
Tentei te esquecer
Juro que tentei
Mas desisti
Porque quanto mais eu tentava te esquecer
Mais o meu amor crescia por você
Sinto uma mistura de vontade e desejo
Sinto mesmo é falta do teu beijo
Da língua impulsiva
Da saliva
Do abraço
Do afago
Das nossas taras e manias
Das fantasias
Das nossas loucuras de amor
Ou seja lá o que for
Não vou mais tentar te esquecer
Porque eu descobri
Que eu não vivo sem você
.
José Augusto Cavalcante
O VENENO DA FOME
Para muitos não há natal
A miséria constante em suas vidas
É o prenúncio da morte viva
Que impõe aos excluídos
O veneno da fome
Pobres almas esquecidas
Jogadas ao relento
Agonizam em silêncio
A dor que o devora
Neste natal diferente
Onde a miséria está presente
A fome rasga o ventre
E os abutres humanos ignoram
.
Autor - Jose Augusto Cavalcante
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