
Dói na alma,
Quando a confiança está banida
Quando a esperança está perdida,
Quando o destino frustra a vida
E o amor insensível fere o coração
Dói na alma,
Quando se doa
E o sabor dessa doação,
É o fel amargo da soberba
E o gosto
desprezível da humilhação.
Dói na alma,
Quando os seus não te amam
E a família construída,
Pouco a pouco desmorona como terra
Quando desintegra em erosão.
Dói na alma,
Quando agente se entrega ao
amorE os laços que unem os corações
São cortados com as lâminas do egoísmo
Provocando lágrimas com as dores da ingratidão
Dói na alma,
Quando o eco da tua voz
Perde-se no vazio da intensa multidão,
E em entre tantos corações
O teu sangra a agonia da fria solidão.
Dói na alma e dói profundo,
Oh Deus, tu que és Senhor de todos os mundos,
Essência do poder, amor e verdade,
Consola os teus filhos aflitos,
Com o bálsamo da tua bondade.
AUTOR - JOSÉ AUGUSTO
CAVALCANTE