sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

REFLEXÃO - DINHEIRO



O dinheiro pode comprar mansões
Nunca um lar
O dinheiro pode comprar colchões confortáveis
Nunca bons sonhos
O dinheiro pode comprar grandes amizades
Nunca o afeto
O dinheiro pode comprar um pedestal
Nunca o infinito
O dinheiro pode comprar o desejo
Nunca o amor
O dinheiro pode comprar o prazer
Nunca a felicidade
O dinheiro pode até levar a várias religiões
Nunca a salvação.
COMO SE VER,
O DINHEIRO NÃO É TÃO IMPORTANTE ASSIM.

AUTOR - JOSE AUGUSTO CAVALCANTE

REFLEXÃO - PRAZER E ALEGRIA


Prazer e alegria são dois sentimentos
Completamente diferente.
O prazer é a felicidade do corpo.
A alegria é a felicidade da alma.
Enquanto o prazer é momentâneo e morre
Assim como tudo que é carnal,
A alegria se eterniza
Como tudo que é espiritual.
Portanto,
Não se iluda com a felicidade da carne,
Ela cria feridas que jamais cicatrizam.
Enquanto a felicidade da alma se eterniza
Com as graças do Senhor.

AUTOR - JOSE AUGUSTO CAVALCANTE

REFLEXÃO - JOVENS PAIXÕES


As paixões arrebatadoras da adolescência
Não serve pra referencia de amor.
São relacionamentos conflituosos
Construídos sobre areias movediças
Sem a responsabilidade de amar e ser amado.
Apenas pelo prazer do ficar.

AUTOR - JOSE AUGUSTO CAVALCANTE

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

REFLEXÃO - O DONO DA VERDADE


O homem que se diz dono da verdade
Torna-se escravo da sua consciência
E de sua insensibilidade.


AUTOR - JOSÉ AUGUSTO CAVALCATE

REFLEXÃO - AMOR AO PRÓXIMO


Lembre-se,
É DEUS quem coloca você
Diante das necessidades do seu próximo.
Assim ele pode medir a extensão do seu amor.
Portanto não despreze e nem humilhe,
Apenas ame com a mesma dimensão de si mesmo.

AUTOR - JOSÉ AUGUSTO CAVALCANTE

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SÚPLICA




Ó Verbo invencível e sem limites
Que habita na abóbada sagrada
Castiga-me enquanto for preciso
Até com a morte do corpo físico
Mas por favor salva minha alma.

AUTOR - JOSE AUGUSTO CAVALCANTE

REFLEXÃO - ESPERA


Quando a espera cansa
O tempo urge em agonia
O coração pulsa em sangria
E os sentimentos cansados
Morrem sem esperança.

AUTOR - JOSE AUGUSTO