sexta-feira, 3 de abril de 2009

SEMI-NUA


Nas ruas sob as vestes de seda transparente
Seu corpo mostra suas curvas sensuais
No remexer do caminhar as ancas bailam em cadência
E os seios fartos perfuram a seda como dois punhais

Semi-nua caminha prazerosa e atraente
Deixando um rastro de malícia e sedução
No roçar das coxas a cada passo excita o ventre
Que docemente se embriaga de tesão

Naquela tarde seu corpo queima como brasa
Na ânsia ardente do instinto de mulher
Apressada volta excitada para casa
E quando chega faz amor ainda em pé

Mulher amante que se contorce de desejo
Mulher fogosa pra amar a qualquer hora
Mulher sem medo que faz amor de qualquer jeito
Mulher que chora quando o sexo lhe devora.

AUTOR - JOSÉ AUGUSTO CAVALCANTE

Um comentário:

NIETA disse...

Lindo poema...mas ao ler todos, nem sei qual é o melhor, pois são todos lindos !
Continue assim, primo, está se revelando um grande e sensível poeta. Beijo da prima distante, Nieta.