
Nas ruas sob as vestes de
seda transparente
Seu corpo mostra suas curvas sensuais
No remexer do caminhar as ancas bailam em cadência
E os seios fartos perfuram a
seda como dois punhais
Semi-nua caminha
prazerosa e atraente
Deixando um rastro de malícia e sedução
No roçar das coxas a cada passo excita o ventre
Que docemente se embriaga de tesão
Naquela tarde seu corpo queima como brasa
Na ânsia ardente do instinto de mulher
Apressada volta excitada para casa
E quando chega faz amor ainda em pé
Mulher amante que se contorce de desejo
Mulher fogosa pra amar a qualquer hora
Mulher sem medo que faz amor de
qualquer jeito
Mulher que chora quando o sexo lhe devora.
AUTOR - JOSÉ AUGUSTO
CAVALCANTE